O piso salarial, como o próprio nome diz, trata-se de uma retribuição mínima estabelecida pela classe farmacêutica às atividades prestadas pelo profissional.
Entretanto é comum associar esta designação ao termo salário. Isto porque muitos farmacêuticos necessitados de trabalho se submetem ao estabelecido como se fosse um valor tabelado a ser pago, ou as vezes ilicitamente abaixo do estabelecido.
Desta forma a classe é prejudicada, pois ações pós ações desvalorizam cada vez mais a profissão, de modo a permitir que os proprietários de estabelecimentos de saúde reprimam o farmacêutico, pressionando-o com a possibilidade de contratação de outro profissional.
O ciclo é vicioso, e quem perde são todos, todos mesmo, desde profissionais à população como um todo. Você consegue trabalhar com entusiasmo e dedicação se não recebe um salário justo? E neste caso, vale ressaltar que não se trata apenas de valores auto-determinados, mas de retribuições préestabelecidas entre sindicatos farmacêuticos e patronais.
Quem perde são fos farmacêuticos do Brasil que são submetidos a salários semelhantes a nível de escolaridade médio, e principalmente a população, que encontra na farmácia um profissional desestimulado a realizar seu serviço de ponta, que não é apenas o executado hoje, de dispensação, mas o acompanhamento da terapia medicamentosa.
Abaixo seguem os pisos em cada estado:
Acre
Alagoas
Amapá
Amazonas
Bahia
Ceará
Distrito Federal
Goiás
Espírito Santo ............................................................................................................................ R$ 1827,00
Maranhão
Mato Grosso
Mato Grosso do Sul
Minas Gerais
Pará
Paraiba
Paraná
Pernambuco
Piauí
Rio de Janeiro
Rio Grande do Norte
Rio Grande do Sul
Rondônia
Rorâima
São Paulo
Santa Catarina
Sergipe
Tocantins